quinta-feira, 4 de junho de 2026

O político INcompetente. Jonas Alexandre Xerém da Silva – JAXS.

 


Há muito tempo no estado da Nova Guiana (estado imaginário que eu criei no Brasil), as pessoas trabalhavam, faziam planos para a vida, levavam seus filhos na escola, pagavam os impostos, tinham seus comércios, ficavam atentos ás notícias, etc. Mas havia um governador que estava á dois anos no governo, mas a maioria da população não estava contente com sua má administração, e isso se espalhou até no Brasil. Haviam obras e metas á serem concluídas para o benefício do povo, e uma delas era uma rodovia que já tinha pavimentação, mas não estava bem conservada, e as pessoas tinham prejuízo e até riscos de acidentes por ela. O povo exigiu ao governador que a estrada fosse arrumada, mas o governador fingiu de demência como se aquilo fosse mentira. Sua fama de político não estava nada boa, até saía com grande escolta para não ser atacado ou morto. Sua esposa não estava contente com sua atitude e aconselhava ele a ter mais competência, mas ele ria e ignorava. Um certo domingo, ele deu uma grande e cara festa em sua belíssima casa com milhares de convidados, e vários seguranças é claro. Estavam tudo pronto para o banquete e as pessoas já até estavam ansiosas para comer e beber. No entanto, o governador estava á espera de sua filha, sogro e netos, e ele já estava ansioso á espera deles. Passavam-se minutos, mais minutos, uma hora, e nada da deles chegarem. De repente alguém chegou em sua casa e chamou o governador e sua esposa em particular. Algo muito triste aconteceu. Sua filha, genro e netos sofreram um terrível acidente na rodovia, e infelizmente, morreram. Exatamente a estrada que o governador não quis arrumar. Ele e a esposa ficaram arrasados e choraram muito. A festa foi cancelada e os convidados ficaram chocados com a notícia.

Um mês depois, o governador fez um pronunciamento na tv, pedindo desculpas para o povo pela sua incompetência e negligência. E naquele dia ele tomou uma atitude que muitos políticos não fizeram. Imediatamente iniciou obras de recuperação das rodovias, pontes, ampliou as escolas e postos de saúdes, investiu ainda mais na segurança e atraiu mais investimentos no estado da Nova Guiana. Recuperou o dinheiro que gastou injustamente e criou projetos sociais, comunitários, moradores de rua, centro de atendimento psicológico, atividades para crianças e idoso, ampliou a vida no campo, investimentos para o meio ambiente, proteção aos indígenas e outros. Sua boa fama começou a crescer no Brasil e até no mundo, o povo agradeceu, viveu feliz e melhor. Sua esposa ficou grávida de um menino e uma menina, o governador ficou tão feliz que fez uma grande fez e convidou milhares de pessoas e o povo do estado. Na eleição seguinte, ele foi reeleito e fez ainda mais pelo povo. E assim a Nova Guiana viveu uma nova e boa era.

Você gostou? Infelizmente no nosso país é difícil terem bons políticos e competentes que querem realmente governar e trabalhar para o povo, mas são poucos que de fato são honestos. O que você espera do brasil? Você acredita que um dia ele será melhor? O que podemos fazer para torná-lo melhor mesmo com o pouco que temos? O futuro está em nossas mãos.

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES...

Se você gostou e quiser doar qualquer valor para apoiar meu trabalho será bem-vindo. Deus te abençoe e proteja.

Pix: 033 064 281 24. Jonas Alexandre Xerém da Silva.


domingo, 19 de abril de 2026

Trans Amazônica, a ferrovia (i). Jonas Alexandre Xerém da Silva - JAXS.

 

Essa é uma companhia ferroviária que eu criei no Brasil na antiga Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Coletei imagens para representar a história.

Nome: Trans Amazônica.

Fundação: 1907.

Bitolas: 1,435 mm e 1,600 mm.

Transporte: Ferroviário, cargas e passageiros.

Sede: Porto Velho, Rondônia.

Local: Brasil.

Áreas: Acre, Purus, Rondônia, Madeira, Granrrios, Nova Guiana e Amapá.

Valor de mercado: 20,000 bilhões (2017).

Mapa da Trans Amazônica.

A ideia da ferrovia nasceu na Bolívia, em 1846, quando o engenheiro boliviano José Augustin Palácios convenceu as autoridades locais de que a melhor saída de seu país para o oceano Atlântico seria pela bacia Amazônica. O pensamento do engenheiro justificava-se na dificuldade para transpor a cordilheira dos Andes e na distância do oceano Pacífico dos mercados da Europa e dos EUA. Foi então, em 1851, que o governo dos Estados Unidos - interessado na melhor saída para a importação de seus produtos - contratou o tenente Lardner Gibbon para estudar a viabilidade do empreendimento via rio Amazonas. Em 1852, Gibbon concluiu o trajeto Bolívia-Belém, descendo pelo lado boliviano os rios GuaporéMamoréMadeira e Amazonas, ratificando a ideia do Palácios, quando demonstrou que uma viagem dos Estados Unidos para La Paz pelo caminho dos rios amazônicos, com o advento de uma ferrovia margeando as cachoeiras do rio Madeira, demoraria 59 dias, contra os 180 dias pelo Oceano Pacífico que, além da distância, somava a dificuldade de contornar o Cabo Horn.

Locomotiva a vapor da Trans Amazônica, Mato Grosso, 1912.

Posteriormente, por efeito da assinatura do Tratado de Petrópolis (1903), no contexto do ciclo da borracha e da Questão do Acre com a Bolívia que conferiu ao Brasil a posse deste estado, iniciou-se a implantação da Trans Amazônica que ficou conhecida no Brasil de Madeira-Mamoré Railway. O seu objetivo principal era vencer o trecho encachoeirado do rio Madeira, para facilitar o escoamento da borracha boliviana e brasileira, além de outras mercadorias, até um ponto onde pudesse ser embarcada para exportação, no caso Porto Velho, de onde as mercadorias seguiam por via fluvial, pelo mesmo rio Madeira e, então, pelo rio Amazonas até o Oceano Atlântico. Anteriormente, esses produtos eram transportados com precariedade em canoas indígenas.

No início de 1907, o contrato para a construção da ferrovia foi encampado pelo empreendedor estadunidense Percival Farquhar.

O último trecho da ferrovia foi finalmente concluído em 30 de abril de 1912, ocasião em que se registrou a chegada da primeira composição à cidade de Guajará-Mirim, fundada nessa mesma data. Em 1 de agosto, foi feita a ligação do Brasil e Bolívia.

Em 1921 iniciou-se a construção da linha de Abunã em Mato Grosso (hoje em Rondônia) a Rio Branco capital do Acre e Assis Brasil no sentido leste oeste tendo sua conclusão em 1927. Anos depois, em 1933 a companhia deu início a construção do trecho de Brasiléia á Assis Brasil e o concluiu em 1938 fazendo a conexão com o Peru.

Trem da ferrovia Trans Amazônica, Acre, 1946.

Em 1940 foi iniciada a construção da linha de Porto Velho a Humaitá no Amazonas (hoje no estado do Madeira) tendo sua conclusão em 1942. Nos anos 1950 foi criado o novo traçado de Humaitá a Macapá no território do Amapá passando por Itaituba no território de Granrrios e Santarém no território de Nova Guiana com grandes travessias nos rios Madeira, Tapajós e Amazonas.

Em 1956 foram abertas as obras da linha de Rio Branco a Boqueirão do Esperança no Acre, passando por Feijó, no paralelo com a BR-29 (atual BR-364), sedo concluída em 1960, fazendo uma nova conexão com o Peru direto a Lima e Callao nesse país.

Locomotiva EMD GP7 a diesel da Trans Amazônica, Rondônia, 1956.

Somente em 1968 iniciou-se a construção dessa linha juntamente a uma parte da rodovia BR 230 de Humaitá no Madeira a Macapá no Amapá e Altamira em Granrrios. Foi construída uma ponte rodo ferroviária no rio Amazonas em Santarém para atender a rodovia BR-163. Em 1974 a ferrovia Trans Amazônica foi concluída permitindo a ligação de Macapá no oceano Atlântico com a malha da Bolívia, que possui a bitola de 1,000 mm.

Trem da Trans Amazônica, Madeira, 1975.

Em 1979 foram construídos os ramais de Jari no território da Nova Guiana para o transporte de madeira em um percurso de 68 km sendo que o planejado era de 220 km.

Em 1980 foram abertas as obras da linha de Santarém a Tumucumaque na Nova Guiana, sendo concluída em 1986, se conectando com o Suriname, e de Santarém a Uruará em Granrrios, sendo finalizada em 1983. Em 1981 foi construído o terceiro trilho da bitola de 1,435 mm de Rio Branco á Feijó no Acre.

Locomotiva EMD SD 40-2 a diesel da Trans Amazônica, Acre, 1990.

Locomotiva GE AC 44i a diesel da Trans Amazônica, Rondônia, 2017.

Atualmente a Trans Amazônica é responsável pela economia brasileira, investindo em melhorias, meio ambiente e cultura.

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Pix: 033 064 281 24. Jonas Alexandre Xerém da Silva.