sexta-feira, 3 de abril de 2026

Plano Masam (Marrocos, Saara Ocidental, Argélia e Mauritânia). Jonas Alexandre Xerém da Silva – JAXS.

 


O Plano Masam é uma proposta para tentar resolver a questão do Saara Ocidental, localizado no norte da África, que teve 80% de sua área anexada pelo Marrocos, e atualmente os saarauís lutam pela independência. Vamos ver os acontecimentos da história.

Os primeiros europeus a visitarem o Saara Ocidental foram os portugueses, ao passarem o cabo Bojador. O primeiro a passar esse cabo foi Gil Eanes, em 1434. No ano seguinte voltou a fazê-lo,a companhado por Afonso Gonçalves BaldaiaNuno Tristão e Antão Gonçalves estiveram a região em 1441 e o último voltou lá pelo menos duas vezes. Estabeleceram relações amigáveis e fizeram múltiplas trocas comerciais. Chamaram à região Rio do Ouro, denominação que foi usada para para designar a subdivisão mais meridional do Saara Espanhol e que ainda se mantém em árabe (وادي الذهب; romaniz.wādī-að-ðahab; uma das províncias marroquinas do sul do Saara Ocidental chama-se Oued Ed Dahab). Com o passar do tempo, estas trocas foram diminuindo. Em 1884, a Espanha reclamou a região e fundou a Colónia do Rio do Ouro (com capital em Villa Cisneros [Dakhla]), que juntamente com Saguia el Hamra (com capital em El Aiune a partir de 1938, quando foi fundada), constituíam o Saara Espanhol, que por sua vez em 1946 foi integrado na África Ocidental Espanhola.

O Saara Ocidental foi inserido na lista das Nações Unidas de territórios não autónomos em 1963, onde continuava em 2024, o que significa que a ONU considera que o processo de descolonização ainda está pendente. É o território mais populoso da lista e, de longe, o maior em área. Em 1965, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou sua primeira resolução (a n.º 2072) sobre o Saara Ocidental, pedindo à Espanha que descolonizasse o território. Um ano depois, uma nova resolução (a n.º 2229) foi aprovada pela Assembleia Geral solicitando que um referendo fosse realizado pela Espanha sobre a autodeterminação

Até 1975 foi uma colónia da Espanha, chamada Saara Espanhol. Desde 1963, após uma demanda marroquina, está na lista das Nações Unidas de territórios não autônomos, ou seja, considera-se que é um território a ser descolonizado. Desde 1975 que a posse do território é disputada por Marrocos e pelo movimento independentista Frente Polisário. Cerca de dois terços (ou 80%, segundo outras fontes do território) - a parte ocidental e costeira está sob o controle de Marrocos, enquanto que a República Árabe Saarauí Democrática (um estado declarado pela Polisário, não reconhecido pela maioria dos países) controla a parte restante constituído por uma faixa na parte oriental. A maioria dos países assumiu uma posição geralmente ambígua e neutra em relação às reivindicações de cada lado e pressionam ambas as partes a chegarem a um acordo sobre uma resolução pacífica. Marrocos e a RASD têm procurado impulsionar suas reivindicações acumulando reconhecimento formal, especialmente de países africanos, asiáticos e latino-americanos no mundo em desenvolvimento. A Frente Polisário ganhou o reconhecimento formal para a RASD de 46 estados e foi alargada a adesão à União Africana. Marrocos ganhou o apoio para sua dominação de vários governos africanos e da maior parte do mundo muçulmano e da Liga Árabe. Em ambos os casos, desde o fim do século XX que os reconhecimentos foram alargados e retirados de um lado para o outro, dependendo do desenvolvimento das relações com Marrocos.


Em agosto de 1979, a Mauritânia foi forçada a abdicar seus alegados direitos sobre parte do território na sequência do seu pequeno exército ter sido expulso do Saara Ocidental pela Polisário. A maior parte das áreas abandonadas pela Mauritânia foram então ocupadas por Marrocos e os confrontos passaram a ser entre os guerrilheiros da Frente Polisário e as forças marroquinas. Marrocos acabou por garantir o controlo de facto da maior parte do território, incluindo todas as grandes cidades e recursos naturais. O exército marroquino abandonou as pretensões de ocupar a faixa oriental do território e criou o chamado "triângulo de segurança", que compreende as duas únicas cidades costeiras e a zona das minas de fosfato. A engenharia militar construiu aí o Muro do Saara, uma imensa muralha de betão, por detrás da qual os soldados marroquinos vivem entrincheirados, protegendo a extração do minério. Desde o início da década de 1980 a guerra no terreno resume-se a uma série de ataques esporádicos da Polisário à zona dos fosfatos tentando interromper o seu escoamento.

A República Árabe Saarauí Democrática sentou-se como membro da Organização da Unidade Africana em 1984 e foi membro fundador da União Africana. As atividades da guerrilha continuaram até as Nações Unidas imporem um cessar-fogo implementado a 6 de setembro de 1991 através da missão da ONU para o referendo no Saara Ocidental (MINURSO). As patrulhas desta missão de patrulhas atuaram na linha de separação entre as duas partes. As Nações Unidas consideram a Frente Polisário a legítima representante do povo saarauí e afirma que os saarauís têm direito à autodeterminação.

Quando o cessar-fogo de 1991 entrou em vigor, dois terços do território (incluindo quase toda a costa atlântica) eram administrados pelo governo marroquino, com apoio tácito da França e dos Estados Unidos. O restante do território é administrado pela RASD, apoiada pela Argélia. As duas regiões estão separadas pelo Muro do Saara. Até 2017, praticamente nenhum estado-membro das Nações Unidas tinha reconhecido oficialmente a soberania marroquina sobre partes do Saara Ocidental. Em 2020, os Estados Unidos reconheceram a soberania marroquina sobre o território em troca da normalização marroquina das relações com Israel.

Em 2003, o enviado especial da ONU para o território, James Baker, apresentou o "Plano de Paz para a Autodeterminação do Povo do Saara Ocidental", conhecido como Plano Baker ou Baker II, que daria imediata autonomia ao Saara Ocidental durante um período transitório de cinco anos para se preparar um referendo, oferecendo aos habitantes do território a possibilidade de escolher entre a independência, a autonomia no seio do Reino de Marrocos ou a completa integração em Marrocos. A Polisário aceitou o plano, mas Marrocos rejeitou-a. Anteriormente, em 2001, Baker tinha apresentado a sua proposta, chamada Baker I, onde a disputa seria finalmente resolvida através de uma autonomia dentro da soberania marroquina, mas a Argélia e a Frente Polisário recusaram. A Argélia tinha proposto a divisão do território de vez. Com o objetivo de debater um estatuto comum para o Saara, Marrocos e a Frente Polisário reiniciaram conversações em 2007, com o patrocínio da ONU, apesar de o Marrocos insistir que a Frente Polisário não seja interlocutor legítimo para conversações e negociações.

Em março de 2016, Marrocos chegou a rechaçar a visita do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e a de Christopher Ross, encarregado do secretário-geral para a MINURSO. Em 1987, uma missão da ONU visitou a região para averiguar a possibilidade da realização de um referendo sobre o futuro do território. Uma iniciativa difícil, dado que grande parte da população é nómada. Marrocos e a Frente Polisário selam um cessar-fogo em 1988. Um plebiscito é marcado para 1992, mas não acontece porque não há acordo sobre quem tem direito a votar: Marrocos quer que seja toda a população residente no Saara Ocidental, mas a Frente Polisário só aceita que sejam os habitantes contados no censo de 1974. Isso impediria o voto dos marroquinos emigrados para a região em disputa depois de 1974. Até 1993, foi impossível realizar o referendo. Em 2001, a África do Sul tornou-se o sexagésimo país a reconhecer a independência do Saara Ocidental, o que provocou um protesto de Marrocos.

No segundo semestre de 2020, a Frente Polisário, procurando mudanças no status quo, começou a obstruir uma importante rota comercial entre Marrocos e Mauritânia. Marrocos lançou uma operação militar em novembro para quebrar o bloqueio, levando a Frente Polisário a anunciar que não respeitaria mais o acordo de cessar-fogo de 1991. Em dezembro de 2020, os Estados Unidos tornaram-se no primeiro país a reconhecer formalmente a soberania marroquina sobre o Saara Ocidental, em troca da normalização das relações diplomáticas entre Marrocos e Israel; Israel se tornaria no segundo país a reconhecer a ocupação em 2023, em troca da abertura de uma embaixada em Tel Aviv.

Em 2021 Marrocos propõe um estatuto de autonomia para o Saara Ocidental sob a soberania do rei do Marrocos. Esta proposta é aceite por Espanha em 2023, no entanto os partidos políticos saarauís rejeitam a proposta e continuam a reivindicar a independência.

 Propostas do Plano Masam.

O plano propõe novas fronteiras e um projeto de irrigação aos países selecionados. Um deles é o Canal da Mauritânia, que seria o desvio do Rio Senegal para irrigar a Mauritânia, Saara Ocidental e Marrocos.






Se houver acordo, ambos os países serão beneficiados pela irrigação. Será importante o apoio da ONU e principais países para que esse plano seja aprovado, e principalmente a aprovação dos saarauís. E que os Marrocos indenize eles.

Que Deus abençoe esses povos.

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Pix: 033 064 281 24. Jonas Alexandre Xerém da Silva.





sexta-feira, 13 de março de 2026

A conquista do leste ao oeste do Brasil (i). Jonas Alexandre Xerém da Silva – JAXS

 


Essa é uma história fictícia, e também a parte real, mostrando um Brasil diferente do que é na realidade.

Por vários séculos, o povoamento no Brasil se concentrava no litoral e próximo á ele, havia, pouquíssimas cidades nas regiões distantes como Goiás a antiga capital do estado de Goiás, Cuiabá capital do Mato Grosso e Corumbá no Mato Grosso do Sul. E outras cidades no Norte, como Belém, Santarém, Manaus e outros. Por séculos o transporte no Brasil era naval e por tração animal, por exemplo, uma viagem da cidade do Rio de Janeiro á Goiás a capital antiga durava meses e muito cansaço e perigos pelo caminho. Mas o povo da época já tinha conhecimento das rotas e algumas regiões mais conhecidas, principalmente os indígenas os primeiros habitantes.


Primeira conquista (1500-1822).

Tudo começou com a chegada dos portugueses ao Brasil em abril de 1500 á partir Porto Seguro, ficando encantados e impressionados com o novo mundo e tendo contato com os indígenas. Assim se iniciou as explorações no Brasil atraído mais portugueses á futura colônia. A primeira cidade a ser fundada foi São Vicente, atualmente no estado de São Paulo, e em 1534 foi dividias as 14 capitanias hereditárias. Anteriormente em 1494, foi criado o Tratados de Tordesilhas entre Portugal e Espanha dividindo o Brasil em duas partes, onde o leste ficou para Portugal e o oeste para a Espanha. Com a criação da colônia, novas expedições foram feitas nas longas terras vastas do Brasil, e o contato com as tribos indígenas. A descoberta do Pau Brasil e ouro chamou muita a atenção dos portugueses, trazendo mais portugueses e a construção de fortes militares e núcleos de povoamento. Mas o problema é que infelizmente a paz e a prosperidade dos indígenas acabou por conta de conflitos e mais conflitos trouxe também a escravidão dos indígenas. Em 1550 foi criada uma divisão de capitanias no Brasil com o plano de melhorar a administração, pois as antigas capitanias não cresciam economicamente e foram extintas.

Em 1755, Portugal e Espanha assinam o Tratado de Madri, onde a parte dominada pelos espanhóis foi anexada á colônia do Brasil de Portugal, aumentando o domínio do país. Com a expansão portuguesa no novo território, surgiram Belém, Santarém, Manaus no norte do Brasil, novos fortes militares núcleos de povoamento. Durante o domínio espanhol no oeste do Brasil já existiam núcleos de povoamento, como Cuiabá. Anteriormente em 1748, foi criada a capitania do Mato Grosso, tendo sua capital Vila Bela da Santíssima Trindade.

Segunda conquista (1822-1899).

Em 7 de setembro de 1822, o Brasil se tornou independente de Portugal, tornando-se um império e um dos mais países do mundo criando relações com outras nações. A partir de então foram criados projetos de infraestrutura, educação, forças armadas e novas explorações em terras vastas. Nos anos 1830 foram feitos estudos de ferrovias e hidrovias para integrar o Brasil e novas expedições pelo país. Mas, haviam obstáculos pela frente, uma delas convencer e fazer acordos de paz com os indígenas para as construções das ferrovias em suas terras, o que levou algum tempo para acontecer.

 


Em 1848 foi iniciada a construção da primeira ferrovia na província do Rio de Janeiro, sendo concluída em 1850, mas somente a partir desse ano foi que iniciou a expansão das ferrovias para conectar litoral ao oeste brasileiro. Umas das grandes obras foi da Pacitlântico, da cidade do Rio de Janeiro a capital brasileira na época até Forte Guaporé no Mato Grosso (atualmente no Novo Paraguai), passando por Minas Gerais, e Goiás. Outras linhas como a da Leste Oeste da Bahia á Goiás, da Great Western of Brazil do Pernambuco ao Maranhão, da Ilhéus Centro da Bahia á Goiás, e da Sorocabana de São Paulo ao Mato Grosso, o que atraiu pessoas em busca de terras, recursos e madeira.


As construções de hidrovias também foram fundamentais no crescimento do Brasil, como as dos rios Tietê, São Francisco, Paraná, Araguaia e outros, permitindo também a ligação com os países vizinhos, como a Bolívia, Peru, Colômbia e Venezuela. Com isso ocorreu o crescimento da agricultura, pecuária, extrações minerais e de novas cidades, e, também dos transportes por tração animal melhorando as estradas com novas pontes, e, também a comunicação. Em 1864 rompe a guerra do Brasil e Paraguai por causa da invasão do país em terras brasileiras, que durou até 1870, e parte do Paraguai foi anexada o Brasil, e se iniciou as construções de novas ferrovias e o povoamento em Mato Grosso do Sul, criado em 1877.

                                            Trem da Pacitlântico em Goiás, 1866.


 Anos depois a energia e o telefone chegaram no Brasil, iniciando uma nova era de comunicação no país. O Brasil também anexou novas terras da Bolívia e Argentina, aumentando seu território. Em 1889, o Brasil deixa de ser monarquia e se uma república, criando uma nova forma de governo e atraindo cidadãos de outros países. E Dom Pedro II deixa seu grande legado de esforços do desenvolvimento da nação.
Mapa das ferrovias do Brasil em 1880.

Entre 1848 á 1890, mais de 30 mil quilômetros de ferrovias foram construídas pelo Brasil, fazendo a grande conexão entre Sul, Sudeste e Nordeste do país, e parte do Centro Oeste e Norte.

Terceira conquista (1907 aos dias atuais).

Com a chega do século XX, novos projetos de expansão rumo ao Norte estavam em estudos, até mesmo estradas de leito natural, nessa época, o marechal Cândido Mariano Rondon propôs uma ferrovia e telégrafo de Comodoro no Mato Grosso (atualmente no Novo Paraguai) á Porto Velho em Rondônia (na época em Mato Grosso). Foi então que a Pacitlântico se propôs em construir a ferrovia para no futuro fazer a conexão com a Colômbia. Em 1907 iniciou-se a construção da linha no sentido leste oeste, tendo sua conclusão em 1915, permitindo a conexão entre o Sudeste, Centro Oeste e Norte. Na época o Brasil anexou novas terras da Bolívia, Colômbia, Guiana e Guiana Francesa, aumentando ainda mais seu território.

Cândido Mariano Rondon durante suas explorações na Amazônia.

Em 1927 o Brasil e o Peru se conectaram pelos trilhos da Trans Amazônica no Acre, dando um novo acesso ao Oceano Pacífico. Em 1939, Cândido Rondon propôs a criação de novos estados e territórios no Brasil para administrar melhor o país, e a construção de novas ferrovias no Centro Oeste e Norte, mas foi descartada a ideia de construir rodovias na Amazônia. Em 1943 foram criados: Amapá, Carajás, Desbravadouro, Nova Guiana, Novo Paraguai, Purus, Guaporé (atual Rondônia, Rio Branco (atual Roraima), Rio Negro e Solimões, dando o total de 41 unidades administrativas no Brasil.

Trem da Norte Sul, Pará, 1955.

A ideia antes era fazer somente ferrovias na Amazônia, mas com o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961) as coisas mudaram. Foi criado o projeto de rodovias na grande floresta e se conectar aos outros países vizinhos. E foi nessa que começaria uma conquista diferente das anteriores, uma conquista que traria progresso, mas ao mesmo tempo consequências no futuro, não somente na Amazônia, mas também na Mata Atlântica e Cerrado. As primeiras rodovias a cruzarem a Amazônia foram as BR 130 (atual 010) e a BR 29 (atual 364), dando o início a construção de outras. Nas demais parte do Centro Oeste e Norte, rodovias modernas e pavimentadas foram construídas, formando novas cidades e expandindo a agricultura e pecuária.

Projetos de hidroelétricas foram criados também no Centro Oeste e Norte para atender o crescimento populacional urbano e rural e de indústrias, e foi então também que se iniciou a extração de madeira e recursos.

                                                        BR-364, Rondônia, 1960.

Em 1964 ocorreu o golpe militar, onde os militares derrubaram o presidente João Goulart e instalaram um governo com regime militar, controlando a imprensa e combatendo o comunismo. Nessa época foram criados projetos para expandir ainda mais as ferrovias e rodovias no Centro Oeste, Nordeste e Norte. Foram criados também projetos de novas hidroelétricas e a expansão da agricultura e pecuária, garimpos e extração de madeira, trazendo mais pessoas a essas regiões. 



A partir de 1967 se iniciou as obras planejadas pelas regiões, uma delas a linha ferroviária da Trans Amazônica de Humaitá no estado do Madeira á Macapá no Amapá, a BR-230, a Transamazônica da Paraíba á Purus, a hidroelétrica de Tucuruí no Pará e outros investimentos em saúde, educação, comunicação e segurança. Com a expansão surgiram novas cidades, fazendas, indústrias, novas explorações e descobertas de rios e outros lugares, e também atraindo o turismo. Também foram demarcadas as áreas indígenas e a construção de municípios indígenas, como Ribeiralta (Maraiwatsede) no estado do Xingu e Alto Cuminá em Nova Guiana.  Um dos grandes projetos foi o Carajás em 1967, onde foi descoberta a maior jazida de ferro do mundo. em Paraopebas, no estado do Carajás. Em 1986, o governo federal criou a Lei de Tráfego Rodoviário na Amazônia, reduzindo a circulação de veículos pelas rodovias e aumentando o tráfego por ferrovias, evitando acidentes e danos ao meio ambiente.

Construção da hidroelétrica de Tucuruí, Pará, de 1976 a 1984.

No Centro Oeste também ocorreram novas expansões urbanas, rurais, extração de minérios e madeira, ferrovias, rodovias, hidroelétricas. E não podemos esquecer também de mencionar a região Sul, onde também ocorreu a expansão nas partes despovoadas. Mas infelizmente grandes partes da Mata Atlântica e Cerrados foram devastadas dos anos 1950 á 1970. Até 1989, grande parte da Amazônia estavam preservadas, mas a partir de 1990, foi onde se iniciou de fato o desmatamento acelerado, e com isso aumentou os conflitos com indígenas, crimes, trabalho escravo, contaminação nos rios por causa do garimpo e outros. Surgiram movimentos e ongs em defesa do meio ambiente e dos indígenas, mas, mesmo assim, a devastação continuou.

Mapa agrícola do Brasil em 2021.

A partir dos anos 2000 e 2010, a Amazônia, Cerrado, e Mata Atlântica ganharam apoio de mais brasileiros e outros países no combate ao desmatamento e invasão nas terras indígenas. O progresso trouxe ferrovias, rodovias, novas cidades, conexões ás regiões distantes e outros, mas, até quando irão continuar destruindo as florestas, matando os animais, os indígenas? Não seria melhor seguir o plano antigo, construir apenas ferrovias na Amazônia e preservá-la? O que estamos recebendo de bom com esses desastres? Será que ainda virá a quarta conquista? O futuro está em nossas mãos.


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Pix: 033 064 281 24. Jonas Alexandre Xerém da Silva.













 





segunda-feira, 9 de março de 2026

Mapa real e imaginário do Suriname (i). Jonas Alexandre Xerém da Silva - JAXS.

 


Olá pessoal. Esse é o meu mapa real e imaginário do Suriname, país situado no sul da América. Aqui eu criei ferrovias, rodovias e cidades. 

Viva o Suriname.

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sábado, 3 de janeiro de 2026

As vantagens de ser brasileiro. Jonas Alexandre Xerém da Silva – JAXS.

 

Alguns brasileiros se sentem satisfeitos com o Brasil, com a qualidade de vida, clima, oportunidades, cultura e outros. Muitas pessoas de outros países até se mudaram pra cá e gostaram, e empresas estrangeiras foram instaladas e também investimentos de outros países. E as pessoas se encantam com os lugares diversos pelo país. Mas, e você e outros milhões de brasileiros, gostam de viver no Brasil? Não? Por que? Bom eu sei. Infelizmente nosso país tem muita corrupção, burocracia, desigualdade, insegurança, desrespeito, desvio de dinheiro, falta de competência da maioria dos políticos e outros. Muitas pessoas acordam cedo, pegam ônibus e metrôs lotados, muitos ganham pouco, pessoas na pobreza, muitas rodovias sem pavimentação e mal conservadas, uma péssima malha ferroviária e muito mais.

Mas esses problemas, quais são as vantagens de ser brasileiro? Bem, não participamos de guerras, sendo que a última vez foi da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Não somos alvos de ataques terroristas, e também não estamos na lista dos terroristas. Não somos odiados, mas sim invejados, pois temos muitos rios, água potável, florestas, muitos recursos, diversos biomas e espécies de animais, diversas etnias e culturas, diversas comidas deliciosas, não temos armas nucleares, e para quê né? Somos um dos 10 maiores países do mundo, ganhamos 5 copas do mundo, maior parte da energia é por hidrelétricas, comunicação, lindos lugares urbanos, rurais e naturais, urnas eletrônicas, o SUS, vacinas disponíveis á toda população, grandes atletas, artistas, cantores, atores, escritores, pesquisadores e muito mais. Viu quantas qualidades nós temos?

Mas, o que podemos fazer para tornar esse país ainda melhor? As escolhas dependem de nós, e não somente de políticos. Respeitar as pessoas, não jogar lixo no chão e nas ruas, respeitar as leis e cumprir, sermos amais altruístas, acabar com a poluição e desmatamento, valorizar mais a cultura e a história do país, valorizar mais os professores, melhorar a educação das crianças e jovens, e outros. É isso. O futuro está em nossas mãos. E detalhe, a paz e as vantagens que temos é o sonho que outros países queriam. Pense nisso.

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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

Mapa real e imaginário do estado do RJ. Jonas Alexandre Xerém da Silva – JAXS


Olá pessoal. Esse é o meu mapa real e imaginário do estado do Rio de Janeiro. Aqui criei rodovias, ferrovias, cidades e unifiqueis algumas. Todo o estado está conectado por rodovias pavimentadas e algumas duplicadas. Também as ferrovias integrando maior parte e uma ponte rodo ferroviária na baía de Guanabara construída na década de 1930. Portos importantes da capital Rio de Janeiro, Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis, Niterói, Cabo Frio, Macaé, e Porto do Açu em São João da Barra. Esse é o Rio de Janeiro na minha imaginação, um estado diferente do que é na realidade.




Muitas pessoas sentem falta dos bons tempos no estado do Rio de Janeiro, épocas de segurança, felicidade, encanto, respeito... da sua cidade maravilhosa que atraía pessoas de outros estados e países, que apareceu em filmes, o nosso querido personagem da Disney Zé Carioca, a nossa querida Mônica e sua turma, terra de cantores, artistas, grandes empresários, do povo trabalhador, do Pão de Açúcar, serras e praias, as fazendas, da linda garota de Ipanema, da maior emissora do mundo, os morros que parecem montanhas que tem lindas vistas.

Infelizmente o Rio ficou um lugar inseguro, infeliz, dominado pelo mal, perdeu o encanto, as pessoas estão indo embora, estão cercadas por muros e cercas. O povo que batalha dia a dia não tem mais paz em casa, nas ruas, nas escolas, e as pobres crianças e jovens que teve seus sonhos destruídos pelos tiros, e também os mais velhos. 

Todos perguntam: Até quando???

Que Deus abençoe e proteja o povo fluminense e também a minha família Xerém.

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Pix: 033 064 281 24. Jonas Alexandre Xerém da Silva.



segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Como poderiam ser algumas palavras no Português. Jonas Alexandre Xerém da Silva – JAXS

 


Na língua portuguesa, há palavras fáceis de se falar e soletrar, como fé, paz, amizade, sabedoria e outros. Mas há outras que são difíceis de traduzir que até enrola nossa língua. Você, já ouviu falar nessa palavra com 46 letras? Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiotico. Longa não é? Mas, como poderiam ser essas palavras longas e difíceis e com menos sílabas? Veja abaixo como seriam algumas.

Constitucionalissimamente (11) – Constitucionalmente (9)

Responsabilidade (7) – Responsalidade (6)

Paralelepípedo (7) – Paralépido (5)

Característica (6) – Caractística (5)

Cinematográfico (7) – Cinegráfico (5)

Constitucionalista (8) – Constitunalista (6)

Invisibilidade (7) – Invisidade (5)

Corruptibilidade (7) - Corrupdade (4)

Destrutibilidade (7) - Destrulidade (5)

Que diferença não é smesmo? Será que essas palavras deveriam ser mudadas e tornar o português um idioma mais fácil e menos complicado? Ao invés de mudar as palavras e o idioma, as pessoas deveriam mudar sua maneira ruim e arrogante de falar com seu próximo, evitar de falar palavras ofensivas e destruidoras e mudar seu mau caráter. Algumas pessoas falam errado e gaguejam ao falar e que mal estudaram tem mais educação e respeito pelas pessoas, ao contrário daqueles que tem faculdades diplomas, mas não tem humildade e altruísmo. E as palavras mais difíceis de se falar hoje em dia são: perdão, eu te amo, eu te admiro, vou te ajudar, vou melhorar. Não é mesmo? Vamos falar palavras e coisas positivas para construir, alegrar, ensinar, fortalecer e engrandecer.

Detalhe, além das palavras, há também cidades com nomes longos e difíceis como: Itaquaquecetuba e Pindamonhangaba no estado de São Paulo, e outros nomes pelo Brasil. E se você acha esses nomes difíceis, tente ler esse: Petropavlovsk-Kamchatskiy. Fácil não kkkk? É uma cidade que fica no extremo leste da Rússia.

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