segunda-feira, 6 de abril de 2026

Estão conspirando contra mim??? Jonas Alexandre Xerém da Silva -JAXS


Olá. Bom, resolvi escrever esse post porque eu não ao certo o que está acontecendo... ou não. Desde a década de 2010 eu venho criando projetos e ideias, e no começo eu não tinha internet em casa, celular novo, e-mail, blog e tinha um notebook usado. Então eu ia no CRAS num bairro daqui de Campo Grande e fazia pesquisas para criar meu projeto, um deles o P.D.C.O (Plano de desenvolvimento e crescimento organizado) para o Brasil. Pouco tempo depois, um primo meu ajudou a criar meu e-mail e Facebook em 2012. Anos depois, em 2015, comecei a criar o Projeto Arguater, um projeto de irrigação para todas as regiões secas do mundo e um sistema de combate á poluição. Em 2016 criei o projeto para o Egito, Israel e Palestina, que são propostas de territórios, locais sagrados, projeto de irrigação e outros. Em 2016, enviei o projeto de irrigação para a embaixada do Egito em São Paulo. Eles tiveram interesse e queriam marcar uma reunião, mas não tinha como eu comparecer lá, então não deu. Em 2017 criei o projeto para olimpíadas e copas do mundo, para todos os países competirem em uniões na copa. Em 2019 eu pensei em publicar meu primeiro livro com meus projetos para as pessoas conhecerem, e tentar propor ao Brasil e o mundo. Mas infelizmente foi uma decepção, foram apenas 12 pessoas, sendo que tinha 100 unidades, poucos me parabenizaram e outros não tiveram o interesse de comprá-lo. Em 2022 eu criei meu blog com a ajuda de um grande amigo meu. Assim eu coloquei meus projetos e ideias nele e foi possível compartilhar para as pessoas, também pessoas do Brasil e o mundo conhecerem meus trabalhos. Mas...

Não sei ao certo quantos envios dos meus projetos eu fiz, mas de 2023 á esse ano, eu enviei para políticos, emissoras de tv, rádio, programas de tv, jornais, sites de notícia, pastores, rabinos, xeiques, igrejas evangélicas, católica, sinagogas, mesquitas, canais no YouTube, Facebook, Instagram, famosos, ambientalistas, fundações, empresas, embaixada, consulado, Itamaraty, países, ONU... Enfim... tentei de tudo, e até agora nenhum interessado. Mas o que me incomoda é que a maioria dos envios não me responderam. No WhatsApp visualizavam e não respondiam. Mas o mais difícil de todos que estou tentando propor é o projeto para o Egito, Israel e Palestina, até agora ninguém se interessou, e a maioria não me deram respostas. Estou desgastado por causa disso, eu fico até de madrugada pesquisando contatos para enviar minhas ideias, até mesmo minhaS histórias fictícias. Por causa disso que eu pensei: estão conspirando contra mim? Será que sabem que meu projeto pode realmente dar certo e não querem que isso aconteça? A respeito do projeto de irrigação, acredito que também sabem que pode ser útil, mas não querem. Alguns disseram que iam me dar retorno e me ajudar, mas não deu em nada. Você deve tá pensando, não Jonas, é coisa da sua cabeça. Será? O Inimigo sabe das minhas boas intensões, mas está usando pessoas para me barrar, até mesmo pessoas que eu conheço. Estou dizendo isso porque estamos vivendo tempos difíceis. Mentir, destruir, roubas, explorar, iludir, matar. Eu não sei mais o que fazer. Enviei mais e-mails hoje para alguns países, mas não sei se eles vão ter interesse. Quando se trata de apoio, só tenho de Deus, minha mãe e menos de dez pessoas. A palavra apoio não está mais na moda, muitas pessoas da família e amigos por exemplo não tem interesse nos meus conteúdos. As pessoas querem saber o que vai acontecer no reality show, na novela, série, quem vai ganhar o jogo, se vai ganhar ou não na loteria, status, ostentação, expectativas... ilusão. E se está difícil pra mim, imagine que não é aposentado, com problemas de saúde, mora na rua, etc. Eu e minha mãe moramos de aluguel desde 2005, eu sou aposentado pelo Loas desde 2016 porque tenho Síndrome de Ásperger. Mas estamos bem graças a Deus. E se eu já sou rejeitado, imagine então Jesus. Meus parentes e amigos se formaram, casaram, viajaram, tiveram filhos e realizaram seus sonhos, e eu fiquei para trás. Me sinto um fracasso as vezes.  Meu pai também tinha os projetos dele, mas ele também não foi ouvido. Faleceu em 2015. Eu não quero que tenham pena de mim, quero que me respeitem. E quem se mete comigo, minha família e amigos, se mete com Deus (Salmos 94).

Eu não sei quanto tempo resta nesse mundo, mas o meu desejo número 1 é que Jesus volte logo, pois o mundo e seus adoradores já provaram que são um fracasso. Mas enquanto Cristo não volta, vou continuar a caminhada. É isso... Hoje eu sou uma piada, amanhã serei a razão.

Sigo vivo...


 

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Plano Masam (Marrocos, Saara Ocidental, Argélia e Mauritânia). Jonas Alexandre Xerém da Silva – JAXS.

 


O Plano Masam é uma proposta para tentar resolver a questão do Saara Ocidental, localizado no norte da África, que teve 80% de sua área anexada pelo Marrocos, e atualmente os saarauís lutam pela independência. Vamos ver os acontecimentos da história.

Os primeiros europeus a visitarem o Saara Ocidental foram os portugueses, ao passarem o cabo Bojador. O primeiro a passar esse cabo foi Gil Eanes, em 1434. No ano seguinte voltou a fazê-lo,a companhado por Afonso Gonçalves BaldaiaNuno Tristão e Antão Gonçalves estiveram a região em 1441 e o último voltou lá pelo menos duas vezes. Estabeleceram relações amigáveis e fizeram múltiplas trocas comerciais. Chamaram à região Rio do Ouro, denominação que foi usada para para designar a subdivisão mais meridional do Saara Espanhol e que ainda se mantém em árabe (وادي الذهب; romaniz.wādī-að-ðahab; uma das províncias marroquinas do sul do Saara Ocidental chama-se Oued Ed Dahab). Com o passar do tempo, estas trocas foram diminuindo. Em 1884, a Espanha reclamou a região e fundou a Colónia do Rio do Ouro (com capital em Villa Cisneros [Dakhla]), que juntamente com Saguia el Hamra (com capital em El Aiune a partir de 1938, quando foi fundada), constituíam o Saara Espanhol, que por sua vez em 1946 foi integrado na África Ocidental Espanhola.

O Saara Ocidental foi inserido na lista das Nações Unidas de territórios não autónomos em 1963, onde continuava em 2024, o que significa que a ONU considera que o processo de descolonização ainda está pendente. É o território mais populoso da lista e, de longe, o maior em área. Em 1965, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou sua primeira resolução (a n.º 2072) sobre o Saara Ocidental, pedindo à Espanha que descolonizasse o território. Um ano depois, uma nova resolução (a n.º 2229) foi aprovada pela Assembleia Geral solicitando que um referendo fosse realizado pela Espanha sobre a autodeterminação

Até 1975 foi uma colónia da Espanha, chamada Saara Espanhol. Desde 1963, após uma demanda marroquina, está na lista das Nações Unidas de territórios não autônomos, ou seja, considera-se que é um território a ser descolonizado. Desde 1975 que a posse do território é disputada por Marrocos e pelo movimento independentista Frente Polisário. Cerca de dois terços (ou 80%, segundo outras fontes do território) - a parte ocidental e costeira está sob o controle de Marrocos, enquanto que a República Árabe Saarauí Democrática (um estado declarado pela Polisário, não reconhecido pela maioria dos países) controla a parte restante constituído por uma faixa na parte oriental. A maioria dos países assumiu uma posição geralmente ambígua e neutra em relação às reivindicações de cada lado e pressionam ambas as partes a chegarem a um acordo sobre uma resolução pacífica. Marrocos e a RASD têm procurado impulsionar suas reivindicações acumulando reconhecimento formal, especialmente de países africanos, asiáticos e latino-americanos no mundo em desenvolvimento. A Frente Polisário ganhou o reconhecimento formal para a RASD de 46 estados e foi alargada a adesão à União Africana. Marrocos ganhou o apoio para sua dominação de vários governos africanos e da maior parte do mundo muçulmano e da Liga Árabe. Em ambos os casos, desde o fim do século XX que os reconhecimentos foram alargados e retirados de um lado para o outro, dependendo do desenvolvimento das relações com Marrocos.


Em agosto de 1979, a Mauritânia foi forçada a abdicar seus alegados direitos sobre parte do território na sequência do seu pequeno exército ter sido expulso do Saara Ocidental pela Polisário. A maior parte das áreas abandonadas pela Mauritânia foram então ocupadas por Marrocos e os confrontos passaram a ser entre os guerrilheiros da Frente Polisário e as forças marroquinas. Marrocos acabou por garantir o controlo de facto da maior parte do território, incluindo todas as grandes cidades e recursos naturais. O exército marroquino abandonou as pretensões de ocupar a faixa oriental do território e criou o chamado "triângulo de segurança", que compreende as duas únicas cidades costeiras e a zona das minas de fosfato. A engenharia militar construiu aí o Muro do Saara, uma imensa muralha de betão, por detrás da qual os soldados marroquinos vivem entrincheirados, protegendo a extração do minério. Desde o início da década de 1980 a guerra no terreno resume-se a uma série de ataques esporádicos da Polisário à zona dos fosfatos tentando interromper o seu escoamento.

A República Árabe Saarauí Democrática sentou-se como membro da Organização da Unidade Africana em 1984 e foi membro fundador da União Africana. As atividades da guerrilha continuaram até as Nações Unidas imporem um cessar-fogo implementado a 6 de setembro de 1991 através da missão da ONU para o referendo no Saara Ocidental (MINURSO). As patrulhas desta missão de patrulhas atuaram na linha de separação entre as duas partes. As Nações Unidas consideram a Frente Polisário a legítima representante do povo saarauí e afirma que os saarauís têm direito à autodeterminação.

Quando o cessar-fogo de 1991 entrou em vigor, dois terços do território (incluindo quase toda a costa atlântica) eram administrados pelo governo marroquino, com apoio tácito da França e dos Estados Unidos. O restante do território é administrado pela RASD, apoiada pela Argélia. As duas regiões estão separadas pelo Muro do Saara. Até 2017, praticamente nenhum estado-membro das Nações Unidas tinha reconhecido oficialmente a soberania marroquina sobre partes do Saara Ocidental. Em 2020, os Estados Unidos reconheceram a soberania marroquina sobre o território em troca da normalização marroquina das relações com Israel.

Em 2003, o enviado especial da ONU para o território, James Baker, apresentou o "Plano de Paz para a Autodeterminação do Povo do Saara Ocidental", conhecido como Plano Baker ou Baker II, que daria imediata autonomia ao Saara Ocidental durante um período transitório de cinco anos para se preparar um referendo, oferecendo aos habitantes do território a possibilidade de escolher entre a independência, a autonomia no seio do Reino de Marrocos ou a completa integração em Marrocos. A Polisário aceitou o plano, mas Marrocos rejeitou-a. Anteriormente, em 2001, Baker tinha apresentado a sua proposta, chamada Baker I, onde a disputa seria finalmente resolvida através de uma autonomia dentro da soberania marroquina, mas a Argélia e a Frente Polisário recusaram. A Argélia tinha proposto a divisão do território de vez. Com o objetivo de debater um estatuto comum para o Saara, Marrocos e a Frente Polisário reiniciaram conversações em 2007, com o patrocínio da ONU, apesar de o Marrocos insistir que a Frente Polisário não seja interlocutor legítimo para conversações e negociações.

Em março de 2016, Marrocos chegou a rechaçar a visita do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e a de Christopher Ross, encarregado do secretário-geral para a MINURSO. Em 1987, uma missão da ONU visitou a região para averiguar a possibilidade da realização de um referendo sobre o futuro do território. Uma iniciativa difícil, dado que grande parte da população é nómada. Marrocos e a Frente Polisário selam um cessar-fogo em 1988. Um plebiscito é marcado para 1992, mas não acontece porque não há acordo sobre quem tem direito a votar: Marrocos quer que seja toda a população residente no Saara Ocidental, mas a Frente Polisário só aceita que sejam os habitantes contados no censo de 1974. Isso impediria o voto dos marroquinos emigrados para a região em disputa depois de 1974. Até 1993, foi impossível realizar o referendo. Em 2001, a África do Sul tornou-se o sexagésimo país a reconhecer a independência do Saara Ocidental, o que provocou um protesto de Marrocos.

No segundo semestre de 2020, a Frente Polisário, procurando mudanças no status quo, começou a obstruir uma importante rota comercial entre Marrocos e Mauritânia. Marrocos lançou uma operação militar em novembro para quebrar o bloqueio, levando a Frente Polisário a anunciar que não respeitaria mais o acordo de cessar-fogo de 1991. Em dezembro de 2020, os Estados Unidos tornaram-se no primeiro país a reconhecer formalmente a soberania marroquina sobre o Saara Ocidental, em troca da normalização das relações diplomáticas entre Marrocos e Israel; Israel se tornaria no segundo país a reconhecer a ocupação em 2023, em troca da abertura de uma embaixada em Tel Aviv.

Em 2021 Marrocos propõe um estatuto de autonomia para o Saara Ocidental sob a soberania do rei do Marrocos. Esta proposta é aceite por Espanha em 2023, no entanto os partidos políticos saarauís rejeitam a proposta e continuam a reivindicar a independência.

 Propostas do Plano Masam.

O plano propõe novas fronteiras e um projeto de irrigação aos países selecionados. Um deles é o Canal da Mauritânia, que seria o desvio do Rio Senegal para irrigar a Mauritânia, Saara Ocidental e Marrocos.






Se houver acordo, ambos os países serão beneficiados pela irrigação. Será importante o apoio da ONU e principais países para que esse plano seja aprovado, e principalmente a aprovação dos saarauís. E que os Marrocos indenize eles.

Que Deus abençoe esses povos.

Se você gostou e quiser doar qualquer valor para apoiar meu trabalho será bem-vindo. Deus te abençoe e proteja.

Pix: 033 064 281 24. Jonas Alexandre Xerém da Silva.